" Portugal tem a obrigação de contribuir para salvar a vida de centenas de milhares de seres humanos" ...!
As palavras são do repescado Fernando Medina, actual presidente da câmara de Lisboa, mais... a autarquia lisbonense já disponibilizou dois milhões de €uros para apoiar os migrantes/refugiados(?).
Pensava eu, do alto da minha ignorância, que este senhor socialista do grupo dos Costas e companhia Lda. era gente que iria apoiar os milhares de lisboetas, uns sem abrigo, outros que sobrevivem em condições miseráveis, passando fome e toda a espécie de privações, mas não, o repescado Medina, ignora e despreza estes, e disponibiliza os milhões para apoiar "humanamente" quem? Os migrantes? Os refugiados? Os islamitas radicais, simpatizantes do auto proclamado estado islâmico, terroristas, criminosos e traficantes que, aos milhares, estão a invadir alguns países europeus de modo bem disfarçado? Quem são e quais são aqueles, que o senhor Medina irá querer ajudar? Quais são os bons e quais são maus? Poderá o senhor Medina garantir que um dia, um refugiado/migrante(?) sem rótulo na testa, convertido ao radicalismo islamita, não venha a cometer ou a fornecer apoio logístico a outros para que cometam, por mero exemplo e em abstracto, um atentado terrorista numa carruagem do Metro, numa carruagem da CP, ou num barco Transtejo/Soflusa? E depois, como irá o Medina reagir? Obviamente com a tradicional irresponsabilidade dos políticos. Pois é, nós também temos telhados de vidro, os governos de Portugal, também ajudaram a mexer nos "vespeiros" do Iraque, do Afeganistão, da Líbia e Síria, onde as "vespas" estavam bem controladas e calmas, apoiamos também a famosa "primavera árabe" tentando sempre impingir aos países do petróleo, a nossa "pura e exemplar democracia europeia" e a nossa cultura.
Não duvido da ingenuidade do Medina, duvido sim da "pureza de intenções" dos políticos, normalmente amnésicos em época eleitoral, já que neste período "vale tudo" para muitos escroques alçados ao poder, que muito bem sabem explorar os sentimentos mais puros dos eleitores para lhes caçar o voto.
