
As parvoíces "eleiçoeiras" do Toino Costa não tem limites, nem dias de descanço. Em Ponte de Lima, Toino Costa, pediu aos portugueses qualificados que emigraram, para regressarem a Portugal "porque o pais não desistiu deles" e precisa deles para construir um futuro com segurança e confiança. Porreiro pá - como diria o seu amigo Zé Sócrates - quem fala assim não é gago mas é idiota. Toino Costa, parece ter esquecido, que o Portugal que o seu PS levou á falência/bancarrota, não terá na próxima década, no mínimo, condições para atrair os emigrantes qualificados - enfermeiros, professores, arquitetos etc. etc. que fugiram deste "paraíso lusitano" falido, onde ter um emprego seguro e bem remunerado é uma miragem. Possivelmente, Toino Costa, estará a pensar - como seu amigo Tony Guterres quando foi primeiro ministro - criar de uma assentada, uns 50.000 postos de trabalho no "monstro publico", ou então "ressuscitar" a construção civil com as obras publicas á cabeça, que foram a desgraça de Portugal, para atrair os pedreiros, pintores, trolhas, estucadores, ladrilhadores, canalizadores, calceteiros, para as megalómanas obras a adjudicar á Mota Engil, Construtora do Lena ou aos seus sub-empreiteiros e afins, que, com as habituais derrapagens orçamentares venham a resolver, eventualmente, os problemas de tesouraria com que o Partido Socialista se debate presentemente. Se assim é, então o Toino Costa, não aprendeu a lição dos seis anos de governação socialista de Zé Pinóquio e seu bando, e seria muito interessante que neste período eleitoral, ao menos, fizesse a diferença e se distanciasse de um certo "escalrracho rasteiro" que por por aí abunda e, no mínimo, fosse honesto nas palavras.