O presidente do Eurogrupo Jeroen Dijsselbloem colocou o dedo na ferida da Itália, Grécia, Portugal, Polónia, Hungria e mais.
Os sacripantas do nosso bairro de 92.000 km. quadrados, habituados à décadas a gerirem de modo fraudulento o dinheirinho dos outros países, sem fazerem "um das Caldas", não gostaram de tão verdadeiro elogio, e desataram a pedir a demissão do corajoso político do Eurogrupo. Alguns destes são conhecidos pilantras do "grupo/bando socrático" que levaram Portugal a situação de pré-falência e a um doloroso resgate financeiro.
Jeroen Dijsselbloem, definiu assim de modo sucinto, a maneira como certas países do "paraíso" europeu, governados por chulos políticos e políticos chulos, têm utilizado os dinheiros comunitários. Estalou o verniz ao bando dos "exportadores de afectos e sorrisos" cá do sitio. É caso para dizer... "esta não caiu em saco roto" já que atingiu directamente os políticos de aviário e gestores bancários, muitos deles paridos após a "abrilada" de 74 nas incubadoras partidárias, autênticas universidades especializadas em corrupção, fraude fiscal, branqueamento de capitais e todo o tipo de desvio de fundos comunitários para diferentes fins e destinos, tudo isto em santa irmandade com as famosas "derrapagens orçamentais" das Obras Publicas.
"Países europeus do sul, gastam todo o dinheiro em copos e mulheres" depois pedem ajuda financeira.